O que é ser uma Bruxa?

 

"O que é ser uma bruxa?
É andar sempre na busca.
É viver em eterna magia.
É ter o sorriso sincero.
É buscar no seu lado humano a alegria de se dar.
O que é ser uma bruxa?
Senão amar a tudo, viver por esse mundo dando sempre honras á paz.
Saber sempre destinguir entre o bem e mal dissolvendo as tristezas.
Mesmo que para isso... Tenha que voar.
O que é ser uma bruxa?
É entender os por quês e viver a sensetez de que estamos aqui para ajudar.
O que é ser uma bruxa?
É amar a vida acima de tudo respeitar a natureza sábia de cada ser vivo existente dividindo com eles todo nosso livre pensar"

 

A tradição bruxa que venera Deuses Ancestrais, ou seja, Deuses anteriores ao surgimento das religiões modernas e cujo culto precede o surgimento da atual civilização. A única instituição viva que segue e professa a Bruxaria Ancestral é a Ordem Sagrada de Bennu. Achados paleoarqueológicos como as estátuas da Vênus de Willendorf, Vênus de Lespugue, Vênus de Laussel e outras do gênero, como a antiquíssima Vênus de Tan-Tan são indícios da existência de cultos a uma só Deusa Mãe durante a Era Glacial Würm III (até aproximadamente 10.500 A.E.C. - Antes da Era Comum). Tais cultos seriam remanescentes de uma religião global anterior a todas as surgidas durante esta civilização (6.500 A.E.C. até os dias atuais). Seja esta religião ancestral atávica e inerente ao ser humano ou tradicional, passada de geração em geração, ela é a base da Bruxaria Ancestral.

Muito embora a maioria das tradições bruxas, sobretudo as modernas, pareçam se basear na bruxaria medieval, há menção de práticas e crenças bruxas em documentos cujos originais são anteriores à Idade Média, dentre eles diversos épicos gregos1 , contos árabes2 , papiros egípcios3 , sagas celtas4 e escandinavas5 e o Antigo Testamento cristão. As Deusas Κίρκη (Circe) dos gregos, Ceridwen dos Celtas e ocasionalmente a Ísis dos Egípcios, por exemplo, eram tidas como Feiticeiras. Estas práticas e cultos referidos por estes povos seriam remanescentes de práticas e crenças da Bruxaria Ancestral anteriores à Era Glacial Würm III.

A Bruxaria Ancestral seria, portanto, a base mais antiga das fontes da tese de Margaret Murray6 , segundo a qual a bruxaria teria tido uma existência contemporânea aos cultos greco-romanos.

É fundamental, entretanto, não confundir Bruxaria Ancestral com Bruxaria Familiar, que se refere às tradições bruxas passadas por linhagem de sangue, ou seja, de pai para filho (geralmente de mãe para filha). Ao contrário disso, a Bruxaria Ancestral é passada por linhagem bruxa pela via iniciática, ou seja, de mestre para peregrino, não havendo necessidade de sangue bruxo.

Ser bruxa(o) é ser livre, para amar e adorar tudo que está ao nosso redor e todos os elementos que fazem parte de nossa vida. )O(

 

Sou uma Bruxa, porque...
Sempre que abro os olhos, ao despertar, me emociono por mais um dia para viver, livre e comprometida com as coisas e as causas da Grande Mãe.
Neste momento, procuro refletir a respeito dos tantos dias que nos foram tirados, por inveja, injúria e cobiça, e peço luzes e força a Deusa Mãe para o dia de hoje.
Sou uma bruxa porque, ao abrir as janelas e respirar o ar da manhã, agradeço à Deusa pelo dom da vida e celebro o Pai ar pela sua presença em mim.
Sou uma bruxa porque, ao me alimentar, celebro aquele bendito alimento e bendigo todos aqueles que contribuíram com seu trabalho para que o mesmo chegasse à minha mesa.
Sou uma bruxa porque, sempre de alguma forma renasce o amor em mim, e minha alma agradecida transmite luz.
Sou uma bruxa porque sempre me envolvo e me comprometo a serviço da justiça e da paz no mundo.
Sou uma bruxa porque estou sempre insistindo em abrir as portas do meu coração, para transmitir os ensinamentos dos antigos e facilitar o despertar da grande arte nos corações dos que me cercam.
Sou uma bruxa porque estou sempre acendendo um fósforo sem maldizer a escuridão.
Sou uma bruxa porque busco a verdade sem jamais me conformar com a mentira e o subterfúgio.
Sou uma bruxa porque sempre renuncio ao egoísmo e procuro ser generosa.
Sou uma bruxa quando sorrio para alguém, mesmo estando muito cansada, pois conheço o valor do sorriso.
Sou uma bruxa quando preparo um chá que vai curar, ou pelo menos amenizar a enxaqueca daquela vizinha chata.
Sou uma bruxa quando tomo um animal em meu colo para lhe amenizar a dor.
Quando planto e colho uma erva e agradeço a Gaia por tamanha dádiva.
Sou uma bruxa quando persigo a luz de uma estrela com o olhar e o coração nas trevas que nos circundam.
Quando levo a fé nos Deuses por entre linhas, apenas com minhas ações.
Sou uma bruxa quando, em rijo, sinto o rio do sangue da vida que escoa nas minhas entranhas. Quando sou fogo que estimula o coito, e água que transforma e modifica cursos.
Sou uma bruxa porque me aconchego no seio sagrado da terra, voltando ao colo sagrado.
Quando abro o círculo invocando os ventos do norte, buscando no canal dos antigos o néctar do renascer.
Sou uma bruxa porque quando falo em liberdade me sinto águia.
Quando falo de sabedoria me sinto coruja, e quando falo do belo me sinto arara.
Sou uma bruxa porque estou sempre atenta ao perfume, que não posso derramar no próximo sem que também me atinja, e a lei tríplice se faz em mim.
Sou uma bruxa quando vivencio o sabor do pão partilhado.
Quando procuro pedir perdão e recomeçar.
Sou uma bruxa quando me recolho ao silêncio perante um julgamento preconceituoso ou injusto a meu respeito, e entrego ao tempo, o único pólo óptico da verdade imutável.
Sou bruxa quando desenvolvo em meu ser a humildade de viver e morrer como o grão de trigo, para depois frutificar searas de luz, de tenacidade e de esplendor.
Sou uma bruxa porque estou sempre ressurgindo das cinzas como Fênix.
E assim, retomo a minha vivência concreta, cujo itinerário principal é a minha Deusa interior, forte, guerreira, translúcida, serena e amorosa a despertar em mim.
Por tudo isso sou uma bruxa!

MARAVILHOSAS MULHERES CELTAS

Os celtas viviam em uma sociedade harmônica, que não era nem matriarcal, nem patriarcal, ou seja, as tarefas e as responsabilidades na aldeia eram realizadas de forma complementar - dentro do que seriam os ideais de igualdade, liberdade e fraternidade (observação pessoal).

Os homens utilizavam sua energia masculina relacionada com a razão e a força física, basicamente, para fazer ferramentas, caçar e defender a aldeia, enquanto que as mulheres empregavam a energia feminina da intuição na manipulação dos alimentos e medicamentos, como também na arte de curar.
O homem era representado pelo sol, pelo dia, o claro e a capacidade de prover; e a mulher pela lua, a noite, que acolhe, acomoda e acalanta.
 Não havia a imagem rígida do "certo" ou "errado", mas posturas diferentes de vida, sabendo que cada um é responsável pelos seus atos, que tudo tem "os dois lados da moeda" e que o próximo devia ser respeitado.

Os casais se uniam de acordo com sua livre escolha, sem dogmas ou obrigações e da mesma forma se separavam quando desejassem.
Não havia o conceito de "posse" ou de domínio, nem de dualidade entre casais, mas sim o conceito de complemento.
As mulheres eram muito respeitadas porque "sangravam" todo mês e não morriam, enquanto que o mesmo não acontecia com os homens, que voltavam feridos do campo de batalha. Também porque elas eram capazes de dar cria a seres pequenos.
O Deus-chifrudo era a representação de um grande caçador, que havia caçado o maior e mais forte alce e usava a galha (chifre) deste animal como exibição de força e poder.
Batizavam suas crianças com rituais de entrega do ser pequenino aos deuses para pedir proteção e ofertar a esta criança as características do deus/deusa escolhido(a).
Casavam-se celebrando a junção de duas almas que se escolheram para compartilhar os sentimentos que nutrem uma pela outra.
 A dor era respeitosamente chamada de "Mãe-Dor", sendo compreendida como uma forma de ajudar a pessoa a crescer.

Toda bruxa precisa manter sua casa e sua energia sempre em equilibrio constante.

QUANDO VOCÊ ABENÇOA A SUA CASA, QUALQUER NEGATIVIDADE SE AFASTA ...ABENÇOE TUDO AO SEU REDOR ...VOCÊ TEM ESSE PODER !!!
ABENÇOE TUDO NA SUA VIDA, SEU DINHEIRO, SUA SAÚDE,SEU CASAMENTO, SUA CASA, TUDO QUE ESTA AO SEU REDOR, FAÇA O CIRCULO DA LUZ E DO AMOR E TUDO AO SEU REDOR SEMPRE SE MANTERÁ FORTE ...defume sempre seu ambiente as defumações são vendidas prontas em vários lugares,ou você mesmo pode fazer com as ervas da sua preferência, dedique-se apenas uns minutinhos do seu dia  para defumar sua casa 2x por semana e você sentirá a diferença ao seu redor. 

Durante muito tempo estudando e vendo a lógica da minha fé e do meu povo pagã e tudo que vivi e vivo até hoje, pude notar que muitas religiões são contra o paganismo, mas se olharem bem ao fundo e ao seu passado milenar, verá que tudo que se tem hoje dentro de muitas doutrinas e tradições são nada mais ou menos do que plágio de tudo que nosso povo antigo criou.

Uma das mais populares manifestações religiosas do calendário festivo do Brasil, as Festas Juninas trazem no bojo de suas celebrações elementos oriundos de diversas culturas. Por trás do verniz cristão e sua associação com os santos católicos homenageados, o folclore e os temas de fundo das Festas Juninas remetem às tradições espirituais pré-cristãs da Europa e também da América do Sul. A contribuição mais visível vem dos antigos festivais sazonais da Europa pagã. Tendo em mente que a palavra pagão vem do vocábulo latino pagus, ou seja: o campo, a natureza, é fácil perceber porque a espiritualidade pagã pré-cristã possui uma forte ligação com o mundo natural e seus ciclos. 

Originários do clima temperado da Europa, os ritos e costumes dos europeus pré-cristãos estavam associados às estações do ano. 
O mês de junho no Hemisfério Norte assiste à chegada do verão no dia mais longo do ano; o Solstício de Verão. 

É um período no qual as terras européias vicejam banhadas pelo sol. Plantas, animais e demais criaturas atravessam nesta época seu período de maior fertilidade e este era o tema central das festividades juninas. 
Fragmentos das tradições de povos europeus como os celtas e os germânicos, preservadas no folclore e nos costumes das culturas modernas, oferecem uma boa imagem dos antigos festivais anteriores ao cristianismo. 

Envolvendo toda a comunidade agrícola ao redor da necessidade de se compreender a dinâmica da Natureza da qual ainda fazemos parte, mesmo vivendo em metrópoles -, nossos ancestrais europeus desfrutavam do apogeu da vida no verão através de rituais que garantissem a fertilidade da terra e das criaturas para que a 
produção de alimentos; grãos, frutos e gado fossem suficientes para sustentar a todos nos meses frios do inverno por chegar. Nessa temática, somos capazes de identificar diversos elementos pré-cristãos que 
sobrevivem ainda hoje nas festas juninas.

Comecemos pela fogueira. Não existe festa junina de verdade sem uma boa fogueira. Mesmo hoje, em ambientes onde não seja possível acender uma, temos pelo menos uma representação; uma pilha de lenha 
não acesa, ou mesmo fogo artificial; de celofane. O fogo é um elemento sagrado em praticamente todas as religiões; das mais antigas, como a espiritualidade persa, às mais novas, como o cristianismo. Para os celtas, o verão era os domínios do deus Bel/Belenos, e seu nome pode ser encontrado no nome do festival celta de verão; Beltaine, ou fogo de Bel. Os druidas celtas acendiam suas fogueiras para atrair os poderes protetivos e transformadores do sol do verão, governados por Bel. Mesmo tendo sido deslocada do mês original de maio 
para junho, a fogueira das festas juninas é um eco distante dessas celebrações ancestrais.

Ao redor da fogueira, os participantes das festas juninas costumam dançar cirandas e danças de roda; herança direta das antigas danças circulares sagradas de diversos povos antigos. O círculo é a imagem perfeita da ciclicidade do tempo, sem começo nem fim, como a eterna sucessão das estações do ano. Ao dançar em círculo ao redor das fogueiras, os antigos europeus harmonizavam-se com os ritmos da Natureza em que viviam.

Como o tema central das festas juninas tem origem na Europa, é evidente que esteja alinhado ao clima de lá e não do Hemisfério Sul, onde as estações são invertidas (prova da longevidade dos costumes europeus é a ceia de natal, com alimentos típicos do inverno europeu; castanhas, frutas secas e carne suína). Quando da colonização européia da América do Sul por europeus, muitos desses temas e costumes migraram para cá no bojo das celebrações cristãs, adaptando-se e mesclando-se às tradições locais.

Outro costume bastante curioso das festas juninas é o pau-de-sebo, aquele mastro ainda muito popular nas quermesses do interior, na ponta do qual é posicionado um ícone de Santo Antônio e as prendas. No interior da Inglaterra e da Irlanda (terras originalmente celtas) e também da Alemanha (terras originalmente germânicas), temos celebrações semelhantes, conhecidas em inglês como Maypole (mastro de maio), ao redor do qual dançam jovens de ambos os sexos, rapazes num sentido e garotas no oposto. A conotação original sensualmente erótica dessa tradição atualmente recatada é evidente pela complementarão da dança entre os sexos, ao redor de um símbolo fálico (o mastro) que representa o princípio masculino fértil da Natureza. No pau-de-sebo esse mesmo tema é complementado pela sacralidade do rito de fertilidade atestada pela figura de Santo Antônio no topo do mastro.

Santo Antônio, aliás, é um tema que por si só merece uma análise especial neste contexto. Tido como o padroeiro dos casamentos e amores, Santo Antônio desempenha dentro do cristianismo o papel que 
anteriormente cabia a deuses como Eros na Grécia, Angus entre os celtas e Vênus em Roma; todos os deuses do amor e da sensualidade, a quem os povos da Antigüidade recorriam com preces, orações e oferendas em tudo semelhantes às que os fiéis de hoje fazem ao santo católico.
Obviamente, o componente mais erótico dos mitos desses deuses antigos foi adequado à nova ética cristã, mais pudica. Para os povos antigos, o amor e a sensualidade não eram pecados, mas sim um dom divino que era celebrado ao redor das fogueiras. Afinal, é o amor que nutre a alma dos humanos, assim como a terra fértil nutre seus corpos.

Podemos avaliar assim profundamente aonde vem o início de seu início, onde tudo já existia e muitas outras religiões levam créditos, mas o que seria a base delas sem esse conhecimento antigo e as tradições pagãs?

Será que ainda não devemos ter valor na nossa sociedade e ser tão preconceituosamente vistos  como ainda somos hoje?

Pois toda beleza e encanto de muitas festas foram conhecidas pelo nosso povo antigo.

 

Shanáaa _ Celta Dayrin

 

 

Oração da Deusa

 

É o teu nome que invoco! 
Pelo poder dos 4 elementos, ÁGUA , AR , FOGO e terra, 
Pela quinta essência e pelo Consorte, 
Peço a graça de:
Ser teu reflexo entre os homens e mulheres da Terra. 
Que eu veja o mundo com seus olhos,
Que eu tenha a iniciativa para guiar meu caminho pela estrada mais correta. 
Conquistar sua proteção, 
Fazer o que quiser sem prejudicar ninguém,
Ter clareza para discernir a luz das trevas, 
Alcançar com êxito meus desígnios,
Preservar meus amigos 
Respeitar todo o ser vivo na face da TERRA e fora dela
Levar o AMOR dentro e fora de mim
Ter o AMOR mágico em meu corpo, alma e espírito, 
Ser a Virgem, a Amante, a Mãe e a Sábia, ter mil nomes,
Expandir idéias e sentimentos em todos os corações 
Ter a ESTABILIDADE em todos os níveis 
Lidar adequadamente com mudanças inesperadas,
Conquistar abundancia e PROSPERIDADE em todos os níveis, 
Ter em mim o poder da transmutação
E também o encanto da sedução e da paixão
Que eu possa sempre atravessar as brumas, 
As fronteiras do tempo e do espaço 
Que se revele o que é permitido
Pela Deusa eu caminho.

E nas mãos Dela eu entrego minha vida 
Meu corpo é a Deusa 
Minha mente é a Deusa 
Minha alma é a Deusa. 
E assim será!

 

 

MULHER BRUXA CELTA

  AS  MULHERES  CELTAS

As mulheres de origem celta, eram criadas tão livremente como os homens, A elas era dado o direito de escolherem seus parceiros e nunca poderiam ser forçadas a uma relação que não quisessem. Eram ensinadas a trabalhar para que pudessem garantir seu sustento, bem como eram excelentes  amantes, donas de casas e mães.
A primeira lição era: “Ama teu homem e o segue, mas somente se ambos representarem um para o outro o que a Deusa Mãe ensinou: amor, companheirismo e amizade.”
Jamais permita que algum homem a escravize: você nasceu livre para amar, e não para ser escrava.
Jamais permita que o seu coração sofra  em nome do amor. Amar é um ato de felicidade, por que sofrer?
Jamais permita que o uso de seu próprio corpo seja cerceado.
Saiba que o corpo é a moradia do espírito, por que mantê-lo aprisionado?

Jamais se permita ficar horas esperando por alguém que nunca virá, mesmo tendo prometido!
Jamais permita que o seu nome seja pronunciado em vão por um homem cujo nome você sequer sabe!
Jamais permita que o seu tempo seja desperdiçado com alguém que nunca terá tempo para você!
Jamais permita ouvir gritos em seus ouvidos. O Amor é o único que pode falar mais alto!
Jamais permita que paixões desenfreadas transportem você de um mundo real para outro que nunca existiu!
Jamais permita que os outros sonhos se misturem aos seus, fazendo-os virar um grande pesadelo!
Jamais acredite que alguém possa voltar quando nunca esteve presente!
Jamais permita que seu útero gere um filho que nunca terá um pai!
Jamais permita viver na dependência de um homem como se você tivesse nascido inválida!
Jamais se ponha linda e maravilhosa a fim de esperar por um homem que não tenha olhos para admirá-la!
Jamais permita que seus pés caminhem em direção a um homem que só vive fugindo de você
Jamais permita que a dor, a tristeza, a solidão, o ódio, o ressentimento, o ciúme, o remorso e tudo aquilo que possa tirar o brilho dos seus olhos a dominem, fazendo arrefecer a força que existe dentro de você!  E, sobretudo, jamais permita que você mesma perca a dignidade de ser MULHER!!!
 

SER CELTA

"Há quem diga que ser celta não envolve necessariamente ter uma ancestralidade celta, assim como para ser cristão não é preciso ter nascido na Galiléia. Igualmente, não é preciso ter nascido no Tibete para ser budista ou ter sangue árabe para ser muçulmano. Concordo. Mas, então o que é ser celta?
De uma forma, ser celta é ver o mundo com outros olhos, respeitando-o, fazendo dele uma extensão de sua própria existência; é ver a si mesmo com outros olhos, fazendo de si mesmo uma extensão do mundo à nossa volta. Ser celta é reconhecer a importância dos nossos ancestrais, que andaram por essas colinas e vales muitas gerações antes de nós; é não aceitar esta vida como uma provação, mas sim como um prêmio, um tesouro a ser desfrutado. É ver o mundo, a matéria, como um dom que os deuses nos deram, e não como um fardo, ou algo negativo a ser negado. Ser celta é viver intensamente, é vencer desafios, é cantar quando um ente querido morre, é ver a morte como amiga sem desejá-la, é apreciar as curvas ao invés das retas, o infinito ao invés dos limites. Ser celta é compreender que ninguém nem nada é perfeito, e que é justamente aí, nessa imperfeição e imprevisibilidade, que reside a grande magia da vida. Ser celta é, no fim das contas, SER HUMANO."

Quem caminha na luz

nenhuma treva pode alcançar 

bem vindos ao mundo da 

 Bruxa Celta Dayrin

“Acredito que as grandes verdades do Universo não estão lá fora, no estuda das estrelas e dos planetas. Elas estão dentro de nós, na magnificência do nosso coração, da nossa mente e da nossa alma. Até que nós entendamos o que está aqui dentro, não entenderemos o que está fora."

texto tirado de bruxas urbanas

Os banhos de ervas são indicados para vários fins,abrir caminhos, descarrego, limpeza espiritual, atrair sorte, atrair amor,afastar mal olhado, entre outros. As Ervas tem um poder mágico vindo da natureza e auxilia em muitas curas e conquistas.
As ervas são vendidas em feiras e em casas de ervas o melhor banho de erva é aquele feito com a erva fresca pois essa ainda se mantém viva. Você pode comprar a erva fresca e depois separar em algumas partes e guardar o restante enrolado no jornal dentro da geladeira.
Antes de tomar o banho de ervas é fundamental lavar e macerar as ervas com as mãos. NÃO ferver. Usar água filtrada na temperatura ambiente.
Tome primeiro um banho comum e depois jogar o chá de ervas da cabeça aos pés, exceto as ervas que são usadas do pescoço para baixo e indicamos a seguir. Enquanto joga o chá de ervas no corpo, pense na limpeza e na energização áurica, mentalizando apenas bons pensamentos.
As ervas tem seus princípios ativos poderozissimos, nossa grande mãe com sua infinita sabedoria nos proporciona todo medicamento para todos os nossos males espirituais e físicos a maior parte de nossos medicamentos são extraídos da natureza, então porque não acreditar nesse milagre?
Tome banho de ervas elas recuperam e tiram todo peso de nosso stress, ajudam na saúde do corpo e da alma e nos tranquilizam, afastam as negatividades e ainda nos alimentam de energia positiva, faça o uso periódico dessas bençãos, e você sentirá a leveza e o equilíbrio que elas nos proporciona....eu indico ...shaná


 

Shaná irmãos eu sou Dayrin