"Quando as pessoas superarem o preconceito, praticarem a empatia e o respeito ao próximo
independentemente de qualquer fator..
Talvez o mundo seja um lugar melhor, as pessoas mais evoluídas e as relações sociais um pouco mais humanas."


“Existem durante nossa vida, sempre dois caminhos a seguir : aquele que todo mundo segue,e aquele que a nossa imaginação nos leva a seguir. O primeiro pode ser mais seguro,o mais confiável, o menos critíco, o que você encontrará mais amigos … mas, você será apenas mais um a caminhar. O segundo, com certeza vai ser o mais difícil, mais solitário, o que você terá maiores críticas; mas também, o mais criativo, o mais original possível. Não importa o que você seja, quem você seja, ou que deseja na vida, a ousadia em ser diferente reflete na sua personalidade, no seu caráter, naquilo que você é. E é assim que as pessoas lembrarão de você um dia.”

"Dizes que brevemente serás a metade de minha alma. A metade? Brevemente? Não: já agora és, não a metade, mas toda. Dou-te a minha alma inteira, deixe-me apenas uma pequena parte para que eu possa existir por algum tempo e adorar-te."

O ENCANTO NOSSO DE CADA DIA!
Ainda bem que o tempo passa! Já imaginou o desespero que tomaria conta de nós se tivéssemos que suportar uma segunda feira eterna?
A beleza de cada dia só existe porque não é duradoura. Tudo o que é belo não pode ser aprisionado, porque aprisionar a beleza é uma forma de desintegrar a sua essência. Dizem que havia uma menina que se maravilhava todas as manhãs com a presença de um pássaro encantado. Ele pousava em sua janela e a presenteava com um canto que não durava mais que cinco minutos. A beleza era tão intensa que o canto a alimentava pelo resto do dia. Certa vez, ela resolveu armar uma armadilha para o pássaro encantado. Quando ele chegou, ela o capturou e o deixou preso na gaiola para que pudesse ouvir por mais tempo o seu canto.
O grande problema é que a gaiola o entristeceu, e triste, deixou de cantar.
Foi então que a menina descobriu que, o canto do pássaro só existia, porque ele era livre. O encanto estava justamente no fato de não o possuir. Livre, ele conseguia derramar na janela do quarto, a parcela de encanto que seria necessário, para que a menina pudesse suportar a vida. O encanto alivia a existência...Aprisionado, ela o possuia, mas não recebia dele o que ela considerava ser a sua maior riqueza: o canto!
Fico pensando que nem sempre sabemos recolher só encanto... Por vezes, insistimos em capturar o encantador, e então o matamos de tristeza.
Amar talvez seja isso: Ficar ao lado, mas sem possuir. Viver também.
Precisamos descobrir, que há um encanto nosso de cada dia que só poderá ser descoberto, à medida em que nos empenharmos em não reter a vida.
Viver é exercício de desprendimento. É aventura de deixar que o tempo leve o que é dele, e que fique só o necessário para continuarmos as novas descobertas.
Há uma beleza escondida nas passagens... Vida antiga que se desdobra em novidades. Coisas velhas que se revestem de frescor. Basta que retiremos os obstáculos da passagem. Deixar a vida seguir. Não há tristeza que mereça ser eterna. Nem felicidade. Talvez seja por isso que o verbo dividir nos ajude tanto no momento em que precisamos entender o sentimento da tristeza e da alegria. Eles só são suportáveis à medida em que os dividimos...
E enquanto dividimos, eles passam, assim como tudo precisa passar.
Não se prenda ao acontecimento que agora parece ser definitivo. O tempo está passando... Uma redenção está sendo nutrida nessa hora...
Abra os olhos. Há encantos escondidos por toda parte. Presta atenção. São miúdos, mas constantes. Olhe para a janela de sua vida e perceba o pássaro encantado na sua história. Escute o que ele canta, mas não caia na tentação de querê-lo o tempo todo só pra você. Ele só é encantado porque você não o possui.
E nisto consiste a beleza desse instante: o tempo está passando, mas o encanto que você pode recolher será o suficiente para esperar até amanhã, quando o passaro encantado, quando você menos imaginar, voltar a pousar na sua janela.

“Quando o desânimo te infiltrar o coração, procura Euclides; ele te mostrará, com verdade e fulgor, o mundo encantador de que és dono. E tu, meu irmão, como no Fausto da lenda medieval, erguerás de novo o grito da esperança.”
Quando amas alguém
e sabes que ele está pronto para aprender e crescer,
tu o deixas em liberdade.

Se você deseja ganhar um presente do Destino, é preciso presenteá-lo também. Durante uma semana pratique boas ações, fazendo a cada dia algo em benefício de alguém. Faça-o de todo coração. No final de sete dias seu presente estará lhe esperando de alguma forma, em algum lugar.

A Bruxaria orienta que os poderes mágicos são latentes à todas as pessoas, porém devido ao nosso modo de vida estes poderes se atrofiaram. O que Bruxaria faz é desenvolver e ampliar esta força, assim como ensinar e auxiliar à providenciar uma atmosfera propícia na qual eles possam se manifestar.

"Somente podemos dizer que estamos vivos naqueles momentos em que nossos corações estão conscientes de nossos tesouros"
Thornton Wilder
“Aquelas que recebem os dons da Deusa
Devem utilizá-los.
Lustrem os seus dons de manhã
Lustre-os com anseio
Colha-os da trêmula Árvore da Criação
Gentilmente, guarde-os na cesta de seu amoroso esforço
Use-os ou eles deixarão de ser frutos e se tornarão pedras pesadas.
Os frutos da Mãe são suculentos e nutritivos
Ignore-os e eles se tornarão dentes e te morderão.
Estes dons são mais valiosos do que a noite e a manhã
Ignore-os e a noite e a manhã morrerão
A cova de seu conhecimento queima e se transforma nos frutos da Mãe, dentro de você
Saia da cova e você estará perdida
Quando utilizados, os belos dons são abundantes e começam a aumentar
Eles crescem conforme são consumidos
Balance os galhos da Criação
E os dons cairão em seu colo, resplandecentes
Dê as costas e a Árvore murchará
E o vento carregará a semente para longe
Utilize os dons da Senhora, então com grande abandono
Eles se tornarão seu alimento
Eles são os frutos, o florescer na escuridão dos sonhos
Eles são a luz que dissipa o caos
Eles são os frutos da árvore desconhecida mas que está sempre presente
Eles são os frutos que crescem eternamente nos galhos do desconhecido
Trazidos à visão
Eles são mais doces do que a evidência do amor no corpo
Não permita que ninguém dê as coisas enquanto os frutos caírem
Ao contrário, recolha-os
Eles são sua abundância e seu sustento.”
Abençoada sejamos
(Tradução: Aphrodisiastes)

Os nomes das Divindades Celtas

ABNOBA -Deusa da Floresta Negra (Forêt-Noire, Schwarzwald).
AIFF~ -V. Cuchulainn.
AMAETHON -Filho de Dôn; presidia a Agricultura.
AMERGIN -Druida. ""- V. Cessair.
ANDARTA -Deusa guerreira.
ANDRASTA -Deusa guerreira. Aparece com a rainha Budica. Tinha um esposo que foi identificado com Marte (deus da guerra) romano.
ARDUINA -Deusa de Ardennes. Foi identificada pelos romanos com Diana, a Artemis grega.
ARIANROD -Filha única de Dôn, divindade tutelar da constelação Corona borealis ("Coroa boreal"), que os gauleses chamavam Caer Arianrod ("'Castelo de Arianrod").
ARTIO -: Deusa adorada pelos helvécios das cercanias de Berna. A palavra artio significa "urso".
ARTUR -Quase todas as personagens, deuses e heróis, da mitologia céltica, e mais particularmente gaulesa (os gauleses eram c.eltas), se encontram fortemente evemerizadas nos romances do ciclo medieval de Artur, que constitui a massa principal da "matéria da Bretanha". A Historia Regtlm Britanniae ("História dos Reis da Bretanha"), de Geoffroi de Monmouth foi concluída por volta de 1136; as lendas heróicas da "Bretanha a Grande" se constituíram em romances arturianos nos séculos XII e XIII; em 1470 Sir Thomas Malory compôs a "':forte de Artur, traduzido ou inspirado em fontes francesas. .0 Ltvro Vermelho de Hergest (Livre rouge d'Hergest), manus.cnto do século XIV, contém, também, algumas façanhas do ReI Artur..
Artur é semideus, semi-rei, cujo protótipo, tálvez, tenha VIvido por volta do século V ou VI. Sua mulher, Gwenhwyar
BALOR -Gigante irlandês de "mau olho"; tinha as pálpebras caídas sobre os olhos e era mister um forcado para erguê-las; seu congênere gaulês chamava-se Yspaddaden.
BANBA -V. Cessa ir.
BARR-FIND -o mesmo deus Manannân, rei da ilha de Man, onde ainda se vê seu tÚInulo gigantesco, nas imediações do castelo de Peel; parece que tinha três pernas; Barr-Find é nome irlandês: "Cabeça Branca"; transformou-se no piloto Barin do Rei Artur; na hagiografia cristã tornou-se São Barri, padroeiro dos pescadores irlandeses, em particular dos de Man. Barr-Find era filho do deus Uyr, no início, provavelmente considerado deus do Mar, das Vagas ou das Tempestades.
BELENOS -"O Brilhante': ou "Aquele Que Reluz", divindade que pelos romanos foi identificada com o ApoIo latino; os autores chamam Belenos o "ApoIo gaulês".
BELISAMA -"Semelhante à Chama", espécie de deusa Vestal, padroeira das indústrias que dependiam do fogo.
BIL~ -V. Cessa ir.
BORMANO -"Aquele Que Borbulha", deus das fontes termais. -V. Bormo e Borvo.
BORMO -V. Bormano.
BORVO -V. Bormo.
BRESS -V. Cessair.
BRIGIDA -V. Cessair.
BRIGIT -Irmã do deus Oengus, o Cupido irlandês, divindade .do _Amor. Brigit é uma deusa tríplice, a menos que haja tres lrmas com o mesmo nome. ~ venerada ao mesmo tempo pelos poetas (que inspira), pelos ferreiros (que ela enriquece) e pelos médicos (os quais ela assiste, pois preside os partos). Enquanto deusa das estações do ano, seu culto se celebrava no primeiro dia de fevereiro, dia do Imbolc, grande festa de purificação. Cristianizada, Brigit tornou-se Santa Brígida, padroeira da cidade de Kildare. V. Brígida no verbete Cessair.
BRON -O deus marítimo Llyr tinha dois filhos: Bron ou Brân (Bron é irlandês e Brân é gaulês) e Manannân ou Manawydano O irlandês Bron mac Llyr é figura apagada; mas Brân ab Llyr da Grã-Bretanha é temível herói. Era um enorme gigante que nenhum palácio ou nenhum navio podia abrigar; atravessou a vau o mar da Irlanda para combater e destruir um rei e seu exército; estendido através de um rio, seu corpo gigantesco serviu de ponte para o exército passar. Possuía uma caldeirinha mágica com a qual ressuscitava os mortos. Harpista e músico, era o protetor dos lili e dos bardos. Rei das regiões infernais, lutou para defender os tesouros mágicos que o filho de Dôn queria J;'oubar. Ferido por uma flecha envenenada, ordenou que lhe cortassem a cabeça, a fim de abreviar seus padecimentos; e esta cabeça decepada continuava a conversar e a dar ordens durante 87 anos, que tantos foram necessários para levar o corpo à sepultura, uma colina de Londres, talvez a moderna Tower Hill. A cabeça cortada de Brân, voltada para o Sul, prevenia a ilha de toda e qualquer invasão; o Rei Artur cometeu a imprudência de exumá-la, tornando possível, destarte, a conquista saxônia.
Há um outro Brân (ou Bron), viajante intrépido, que navegou até às regiões do Além; é o navegador das regiões misteriosas; sob o nome de São Brandão (Saint Brandan) este deus canonizado é a piedosa personagem que difundiu o cristianismo na Grã-Bretanha.
CAIRBR~ -V. Cessair.
CALLATIN -V. Cuchulainn.
CARVALHO -Venerado por toda a Gália, o carvalho pôde ser considerado por alguns cronistas como o deus supremo dos gauleses; assegura-nos Plinio o Antigo (Hist. Nat., XVI, 249) que 'é nos bosques de carvalhos que os druidas têm os seus santuários"; não celebravam nenhum rito sagrado sem as folhas ou ramos dos carvalhos; criam que a presença do visgo revelava a do deus sobre a árvore no qual se encontrava; colhiam esse visgo com solenes cerimônias; depois de terem sacrificado dois touros brancos, um sacerdote, revestido de manto branco, trepava na árvore e cortava o visgo com uma foice de ouro o qual era recolhido em um pano ou tecido de cor alvinitente. Ainda hoje os franceses consideram o carvalho como árvore que traz felicidade. -V. Arvores (culto das)
CESSAIR -Depois do grande dilúvio universal, a ilha que se tornaria a Irlanda foi invadida pela rainha-mágica-feiticeira Cessair, acompanhada de numeroso séquito; parece que essa feiticeira é uma reencarnação da Circe de Homero. Mas Cessair pereceu com toda a sua raça. Por volta de 2640 a.C. o Príncipe Partholon, vindo da Grécia, desembarcou na Irlanda com 24 casais; ao cabo de 300 anos eram 5000; mas uma misteriosa epidemia matou a todos no curso das festas que se realizavam em honra de Beltine; a sepultura colectiva desse povo é a colina de Tallaght, perto de Dublim. Entretanto, por volta de 2600, a raça dos "Filhos de Nemed" (cujo nome significa "sagrado"), originária da Cítia, pusera pé na ilha, então deserta; outro grupo de invasores nela desembarcou em 2400, no dia de Lugnasad (primeiro de agosto), o terceiro grande dia festivo do ano celta. Os Fir Bolg ("Homens belgas"?) constituíam o elemento principal dessa invasão, aos quais se misturavam diversas tribos, Gaileóin (gauleses?), Fir Dommann (os Dummonni da Grã-Bretanha?) e outros mais; finalmente, vindos das Ilhas do Oeste, onde estudavam a Magia, chegaram os membros da Tuatha Dê Danann, que eram de raça divina; trouxeram seus talismãs: a espada de Nuada, a lança de Lug, a caldeirinha de Dagda e a "pedra do Destino" de Fâl, que gritava quando se sentava sobre ela o rei legítImo da Irlanda. Todos esses invasores foram obrigados a lutar com os Gigantes monstruosos que habitavam o pais; uns tinham somente um olho e uma mão, outros eram providos de cabeça de animal, comumente de cabra; esses monstros eram os Fomóiré (de lo, "sob" e moiré ou mahr, "demónio fêmea"). Os Tuatha Dê ~anann e os Fir Bolg começaram, então, uma terrível guerra, cuJos combates vêm relatados num manuscrito do século XV. Os Tuatha Dê Danann vencem; no curso da batalha, seu rei, Nuada, perde a mão direita; essa mutilação acarreta sua queda do trono; o hábil curador Diancecht a substitui por uma mão de prata articulada; constrangido a abdicar, Nuada "com mão de prata" é substituído por Bress ("Belo"), filho de Elatha (O Saber), rei dos Fumóiré, e da Dé Danann Eriu; Bress desposa Brígida, filha de Dagda, e os dois povos inimigos se aliam; Cian, filho de Diancecht, desposa Ethniu, filha de Balor.Mas Bres (ou Bress) é um odioso tirano e sobrecarrega seUs súditos /com pesados impostos e taxas; zomba de Cairbré, filho de Ogma, o maior filé (bardo) dos Dê Danann; e o insolente Bress é obrigado a abdicar por um prazo de sete anos; então Nuada assume o poder e o trono, pois sua mão decepada foi milagrosamente reposta no lugar graças às encantações de Miach, outro filho de Diancecht; esse feito valeu a morte ao bom Miach, cujo pai, invejoso, não podia admitir um competidor na arte de curar.
Bress, entretanto, reúne-se com seu conselho numa morada submarina. Persuade os Fomóiré a que o ajudem a expulsar da Irlanda os Dê Danann; os preparativos da guerra duram sete anos, período durante o qual cresce o famoso Lug, o menino prodigioso, "senhor de todas as artes", nascido de Cian e de Ethniu; Lug organiza a resistência dos Dê Danann, enquanto Goibniu lhe forja as armas e Diancecht faz jorrar uma fonte maravilhosa que cura as feridas e reanima os guerreiros mortos; mas alguns espiões dos Fomóiré a descobrem e a tornam ineficaz lançando-lhe pedras malditas. Após algumas pequenas batalhas e duelos trava-se a luta decisiva, na Moytura do Norte, planicie de Carrowmore, perto de Sligo (os alinhamentos de Sligo, juntamente com os de Carnac, são os mais imponentes grupos de pedras ergui das que existe), onde morrem inúmeras personagens de ambos os partidos: Indech, filho da deusa Domnu, é morto por Ogma, que por sua vez também cai moribundo; Balor "de mau olho" fere Nuada com seu olhar fatal; mas Lug, com a sua funda mágica fura os olhos de Balor; dizimados e desmoralizados, os horrendos Fomóiré recuam e são expulsos até o mar; Bress é feito prisioneiro e a hegemonia dos gigantes foi quebrada para sempre.
O poder dos Dê Danann, contudo, conheceu rápido declfnio. Duas divindades do Império dos Mortos, Ith. e Bilé, desembarcaram na embocadura do Kenmare e começaram a intervir nos conselhos políticos dos vencedores. Mil, filho de Bilé, vai ao encontro do pai que já se acha na Irlanda; com ele vão seus oito filhos e o seu séquito; como os invasores precedentes, também estes desembarcam num primeiro de maio. Na direção de Tara encontram sucessivamente três deusas epônimas: Banba, Fodla e Eriu. Cada uma delas pede ao druida Amergin, conselheiro-adivinho de Mil, que dê seus nomes à ilha; esta, então, fica sendo chamada Erinn (genitivo de Eriu), porque Edu fez seu pedido em terceiro lugar; depois de novos e sangrentos combate's, no último dos quais intervém Manannân, filho de UY,r ("O Oceano"), os reis Tuatha são mortos pelos filhos sobrevIventes de Mil. Conclui-se um pacto de paz; os Tuatha cedem .a "verde Erin"( Erinn) e se retiram do país para o Além, não eXIgindo mais que um sacrifício celebrado anualmente em sua lembrança.
CIAN - V. Cessair.
CONCHOBAR - Conahar; pronuncia-se Conor. -V. Cuchulainn.
CONLACH - V. Cuchulainn.
CORMAC - V. Fionn.
CUCHULAINN - As aventuras de Cuchulainn (pronuncia-se Cu-hu-lim) constituem a epopéia central do ciclo heróico de Ulster; são contemporâneas dos inícios do cristianismo; de feito, a tradição refere que no ano 30 a.C. surgiu o jovem Rei Conchobar mac Nessa e que em 33 da nossa era morreu; e toda a breve carreira do famoso Cuchulainn se desenrola sob o reinado deste soberano.
Cuchulainn, ao nascer, chamava-se Setanta; era filho de Dechtiré, irmã do Rei Conchobar, casada com o profeta Sualtan; mas seu pai verdadeiro era o deus Lug "de .longos braços", mito solar dos Tuatha Dê Danann; criado entre os demais filhos dos vassalos e guerreiros do rei, valentes campeões do Ramo Vermelho de Ulster (provavelmente nome de uma milícia ou ordem primitiva de cavalaria), Setanta, com a idade de sete anos matou o terrível cão de guarda de Culann, chefe dos ferreiros de Ulster; daí lhe adveio o nome de Cuchulainn, "Cão de Culann"; o menino possuía força monstruosa; quando se deixava dominar pela cólera, irradiava intenso calor e suas feições ficavam transtornadas e pavorosas; logo depois massacrou três gigantes, guerreiros mágicos, que tinham desafiado os nobres do Ramo Vermelho; finalmente mandam-no para junto da feiticeira Scâthach, "Rainha das Trevas", epônima da ilha Skye, onde deverá concluir sua educação; a feiticeira reside em Albu, na Escócia e ensina a Cuchulainn toda a sua ciência mágica; o discípulo, reconhecido, antes de partir resolve destruir a Amazona Aiffé, mortal inimiga de Scâthach; não só a derrota mas também a deixa grávida, e volta para Ulster rico de sortilégios e munido de armas prodigiosas. Pouco tempo depois o jovem se apaixona pela formosa Emer (pronuncia-se Avair), filha de Forgall Manach, mágico poderoso e solerte; este recusa dar a mão da filha ao jovem herói; Cuchulainn.. então, rapta-a, depois de ter matado a guarnição e o pai da loira donzela, a qual estava presa num castelo mágico. Segue-se longa e fastidiosa narração de combates e duelos onde se justifica plenamente o título de "campeão" outorgado ao herói. Suas mais notáveis façanhas' são aquelas que leva a cabo no curso da gaziva dos bois de Cooley (Táin bo Cuailngé), a sangrenta história da longa guerra que os quatro reinos da .Irlanda desencadearam contra Ulster, à instigação da temível rainha de Connaught, a pérfida Medb (pronuncia-se Méve), que aparece como "rainha Mab" em Shakespeare; o objeto dessa guerra é a posse de um animal mágico, o Touro castanho-escuro de Cooley. Ora, Medb teve o cuidado de travar a guerra numa época em que os Ulates (habitantes de Ulster) estavam paralisados por uma estranha fraqueza periódica que os tornava incapazes de guerrear ou mesmo de se movimentarem; esta misteriosa doença lhes havia sido infligida como castigo pela deusa Macha, da qual, certa feita, haviam zombado. Então, quando o reino de Ulster parecia estar prestes a cair sob os golpes do inimigo, Cuchulainn, que, em razão da sua origem divina, escapara à maldição comum, parte sozinho para enfrentar a horda inimiga; há inúmeras lutas e combates singulares; Lug, verdadeiro pai de Cuchulainn, todas as noites, por meio de ervas mágicas e de bebidas misteriosas, cura as feridas do filho; Morrigan, deusa da guerra, auxilia-o e o aconselha, salvando-o mais de uma vez; por fim oferece-lhe seu amor e daí provém o ódio impotente que terá contra o herói até o fim deste.
Mais tarde, num barco mágico, dirige-se para Mag Mell ("A Planície da Alegria"), onde se apaixona pela deusa Fand, esposa abandonada de Manannân mac Llyr, que se entrega ao herói; Cuchulainn retoma para Ulster, e Fand, ao cabo de um ano, fiel ao prometido, apresenta-se na margem para que ele a possua; mas ambos são surpreendidos por Emer; os lamentos da jovem comovem a deusa que abandona o herói à sua esposa e volta para junto do marido que a viera buscar.
Pouco mais tarde, sem saber quem era, Cuchulainn mata seu filho, o jovem Conlach, que ele tivera com a Amazona-feiticeira Aiffé.
Por fim, a odiosa rainha Medb consegue seu intento: matar o herói. Três feiticeiras, filhas de Callatin, que tinham no Oriente aprendido todas as ciências maléficas, revestem-se da forma de corvos e arrastam o jovem para a planície de Muirthemné, onde fazem com que ele viole o tabu em lhe oferecendo carne de cão, que não poderia aceitar; tiranl-lhe a lança mágica e Cuchulainn, afinal, despojado de todos seus poderes sobrenaturais, amarra-se a um pilar de pedra (menir) para morrer de pé; recebe a homenagem do seu cavalo negro e exala o derradeiro alento.
DAGDA -Dagda ou Dagdé, contração de Dagodevos, "o Deus Eficaz", é o nome pelo qual era conhecido o deus-chefe Eochaid Ollathair. Outro nome que lhe davam, Ruad Ro-fhessa, "Senhor da Ciência Completa", proclama bem alto sua onipotência; com efeito, Dagda é bom para tudo: dos mágicos é o primeiro e o mais poderoso, temível guerreiro, habilíssimo artífice e o mais esperto de todos quantos "possuem a vida e a morte", Possui uma caldeirinha maravilhosa, na qual se podem alimentar todos os homens da terra. Chama sucessivamente as estações do ano tocando a harpa divina. Vestido com uma túnica curta, traz na cabeça um capuz e na mão uma enorme maça, que transporta montado sobre rodas; é o senhor da vida e da morte, dispensadqr da abundância.Parece que seu equivalente gaulês é Math, o irmão da deusa Dôn.
DANA - A mãe do panteão celta insular é a deusa Dana (ou Donu), na Irlanda, e Dôn na Grã-Bretanha; é a companheira de Bilé (em irlandês) ou Béli (em bretão), que parece corresponder ao Dis pater dos romanos, do qual, no dizer de César, pretendiam os gauleses descender. A sua descendência chama-se Tuatha Dê Danann (tribos da deusa Dana) na literatura gaélica, ou Filhos de Dôn nos documentos de origem bretã. -V. Cessair.
DECHTIRÊ -V, Cuchulainn.
DÊ DANANN -V. Cessa ir.
DÊ DANANN ERIU -Deusa epônima da Irlanda. Erinn
(Erin em português, "a verde Erin" dos antigos navegadores) é genitivo de Eriu e nome comum para designar a Irlanda. DIANCECHT -Deus goidélico da Saúde e da Cura, espécie .de Esculápio irlandês -V. C essair.
DIARMAID - V. Fionn,
DOM NU - V, Cessair.
DON - V. Duan.
DONU -V. Dana.
DRUIDAS - Havia druidas gauleses e irlandeses. Comumente se ouve e se lê que os "druidas eram a casta sacerdotal dos antigos celtas"; se por sacerdotes se designam pessoas especialmente consagradas, com carácter profissional, para executarem ritos religioso-culturais, nomeadamente o ato do sacrifício, em nome da comunidade ou em nome próprio — os druidas não foram sacerdotes, Se tivessem sido sacerdotes do antigo culto céltico, encontrá-los-íamos, sem dúvida, ocupando lugar de destaque entre os celtas da Itália, da Espanha, da Europa central e da península dos Bálcãs assim como da Asia Menor; mas, nestas regiões, os druidas parece diferirem profundamente dos da Gália e da Irlanda. Havia, na Gália, uma classe denominada gutuatri, palavra que em geral se interpreta como "os que invocam" ou "os que interpretam vozes", da raiz gutu, "voz"; é bem possível que os gutuatri exercessem, entre os celtas, as funções sacerdotais. O termo druida é derivado de duas raízes, dru, "a fundo" ou "completamente" (advérbio) e vid, "conhecer"; portanto, druidas seriam "aqueles que têm conhecimento profundo (ou completo )"; por outras palavras, eram "mestres" ou "filósofos". Formavam ordem, não casta fechada, Outra etimologia da palavra, mais concorde com a filologia, afirma que provém do celta deru, "carvalho".
Os druidas se dividiam em três classes: 1) os druidas propriamente ditos, possessores, no início, do supremo poder que mais tarde cederam aos brenns (daí o nome que os romanos davam ao general celta que invadiu a Itália e conquistou Roma, Breno), "os chefes" ou "generais dos guerreiros": 2) os eubages, adivinhos e sacrificadores; e 3) os bardos, que cantavam hinos e celebravam as façanhas dos heróis. Os druidas criam na imortalidade da alma e na metempsicose; cultuavam vários deuses mas não possuíam templos: reuniam-se nas sombrias florestas; a sua assembleia geral era perto de Chartres; tinham uma célebre escola em Dreux; nas grandes calamidades os druidas imolavam vítimas humanas. O druidismo atribuía misteriosas virtudes a certas plantas, à verbena, à selagina, ao sâmolo e, de modo especial, ao agárico ou, melhormente, ao visco ou visgo -;v. Carvalho — que era cortado, em certos dias, com grandes cerimónias, sobre velhos carvalhos. Os druidas eram, ao mesmo tempo, médicos, astrónomos, físicos e conselheiros; toda sua ciência se continha em versos que não eram escritos mas que aprendiam de cor. As druidisas, feiticeiras e profetisas, tinham seu principal santuário na ilha do Sena, sobre a costa de Finisterra.
As invasões dos romanos.. depois as do bárbaros e o cristianismo puseram fim à religião dos druidas, os quais se refugiaram na Armórica (Bretanha) e depois na Irlanda; desapareceram definitivamente por volta do século VII; as práticas do druidismo foram condenadas pelo concílio de Nantes, em 618.
Há uma teoria que afirma ter sido o druidismo, juntamente com certo número de práticas de magia, ensinado aos celtas irlandeses pelos pictos, que não seriam de origem céltica. A teoria da origem não-céltlca do druidismo foi defendida por J. Pokorny (Celtic Review, julho de 1908).
Os monumentos chamados druídicos, dólmen, menir, cromlech etc., são considerados como bem anteriores à época gaulesa.
DUMIAS -Deus tutelar da montanha de Dôme; mais tarde tomou-se simples epíteto aplicado ao Mercurius latino (Mercúrio).
EMER - Emer (pronuncia-se Avair) era esposa de Cuchulainn e filha de Forgall Manach, o mágico. - V. Cuchulainn.
ÉPONA -"A Cavaleira" ou, para usar um termo grego, "A Amawna ". J?, uma das divindades celtas que melhor conhecemos e que parece não ter sofrido o sincretismo romano. J?, representada sempre a cavalo, sentada de lado, como as amazonas do século passado; na cabeça traz um diadema; ao seu lado vê-se uma jumenta ou um poldro, que às vezes a deusa alimenta; seus atributos eram o como da abundância (cornucópia), uma pátera e frutos. Divindade tutelar, Épona presidia, também, à fecundidade do solo, fertilizado pelas águas; desse aspecto surgiu a extravagante teoria de alguns pseudomitólogos que querem ver em Épona a exacta contrapartida da fonte Hipocrene, a "fonte cabalina" ou "as águas cabalinas" de Camões (Soneto, 21), fonte beócia famosíssima na mitologia grega. Era muito popular na Gália, segundo atestam as numerosas representações que chegaram até nós; mais tarde, isto é, depois de César, o culto .de Épona foi levado para Roma; os romanos perderam o sentido primitivo do culto de Épona (deusa tutelar e deusa da fertilidade), e ela se tomou apenas a protectora da raça equina; punham sua imagem nas cavalariças. A divindade gaulesa Rhiannon, ..A Grande Rainha", tem alguma afinidade com J?,pona; como esta, parece que foi uma "deusa-égua".
ERIU - V. Cessair.
ESUS - O deus Esus chegou até nós através dos romanos; o próprio nome já parece ser uma adaptação latina. Lucano, no seu poema Farsalia refere-se ao "horrível Esus de ferozes altares" (1,444 e seguintes). Era o deus do Trovão, do Raio e dasTempestades; equivalia, portanto, a Júpiter. O deus sanguinário de Lucano, segundo um comentador da Idade Média, exigia no seu culto vítimas humanas, que eram suspensas de uma árvore. Em Treves e em Paris encontraram-se monumentos onde Esus aparece como derrubador de árvores; o monumento de Paris, de origem galo-romana, apresenta numa face "O Touro com oS Três Grous", e pa outra o deus lenhador que corta os ramos com seu machado; sabemos que se trata de Esus, mas ignoramos os mitos que simboliza. Os filólogos querem ver na palavra Esus a deturpação de erus, "senhor" ou "dono de casa".
ETHNIU - V. Cessair.
FAND - V. Cuchulainn.
FILI - Poeta.
FINN - V. Fionn.
FINN MAC CUMHAIL -Herói e mágico do ciclo feniano ou de Ossian. -V. Fionn.
FIONN - Chefe dos Fianna de Leinster, o herói Fionn ou Finn mac Cumhail é o fanfarrão que mata monstros e é mágico ao mesmo tempo. J?" também, poeta, e vive principescamente; seu caráter principal é a desconfiança e a astúcia; aparentado aos Fir Bolg e aos Tuatha Dê, assim como a Sualtam; pai putativo de Cuchulainn, não obstante a sua idade casou-se com a formosa Grainné, filha de Cormac, que logo o abandonou seduzida pelo jovem e encantador guerreiro Diarmaid (Dermat).
Finn é pai de Ossian (Oissin) e avô de Oscar (Osgur); são seus inimigos o altivo e orgulhoso GoII e seu irmão Conan, filhos de Môrna e chefes do clã temível dos Connaught. O nome Finn significa "Branco" ou "Louro". Morreu numa batalha, em Ghabra, onde seu inimigo era Cairbré Lifec4air, bisneto do Rei Conn. FODLA - V. Cessair.
FOMóIRÉ - V. Cessair.
FORGALL MANACH -V. Cuchulainn.
GOBANNON - Deus do fogo, espécie V. Gavannotz.
GOIBNIU -V. Cessa ir.
GOV ANNON -Govannon é nome bretão; a forma irlandesa é Goibniu e significa "ferreiro". Este deus é o Vulcano das tribos celtas insulares; fornece armas aos membros do clã e aos aliados. Forjou a cervilheira que conferia a imortalidade. Consideram-no, na Irlanda, o arquitecto das altas torres redondas c: das primeiras igrejas cristãs.
GRAINNl? -Filha de Cormac e esposa de Fionn ou Finn mac Cumhail; abandonou o esposo seduzida pelo jovem e brilhante Diarmaid. -V. Fionn.
GWYDION -Deus civilizador, dispensador dos benefícios e propagador das artes. Suas aventuras lembram as de Odin (Wotan-Woden), deus teutônico. Nasceu misteriosamente de pais mal conhecidos; ilustrou-se na eloqüência, na magia e na arte dos combates: foi temível guerreiro. Quando Gwydion perdeu seus filhos, pôs-se a criar seres humanos, dando vida a vegetais. Seu culto floresceu, sobretudo, no país de Gales.
ICAUNO -Deus tutelar de Yonne.
INDECH -Filho da deusa Domnu; foi morto por Ogma.
ITH -Divindade do Reino dos Mortos. Junto com Bilé desembarcou na Irlanda e pôs fim ao poder dos Dê Danann.
LEABHAR GABHALA –“Livro das Invasões" ou "Livro das Conquistas", obra onde vêm relatadas as origens lendárias da Irlanda. Nessa obra há narrações mitológicas dos celtas de mistura com acontecimentos históricos e factos de evemerismo cristianizado.
LLEU.- Lleu, identificado com o deus irlandês Lugh ou Lug, é divIndade benfazeja. Quase nada sabemos desse antigo deus. — V. Lug.
LLUD - Llud ou Niidd ou Nuada (irlandês), filho de Dôn; é chamado HMão de Prata". Nessa divindade encontram-se traços do Júpiter romano, o que nos faz crer tenha ela sofrido o sincretismo comum a outras divindades. Llud deu seu nome à sua cidade favorita, Caer Llud, que logo se tornou London (Londres); a colina de Ludgate, em Londres, outra coisa não seria que o seu túmulo; a catedral de São Paulo, que a coroa, ocupou o lugar onde se erguia um templo dedicado a este deus.
LLYR - Llyr é nome gaulês; conhecido, também, por Ler, designa o Oceano. Seu sobrenome Llediaith (" Meia-língua") deixa entrever que se compreende maIo que diz.
Geoffroi de Monmouth, nas suas Crônicas, o assimila a um antigo rei da Grã-Bretanha; e, pela adjunção de minúcias sem dúvida pertencentes a fatos históricos, humanizou-se de tal modo que veio a dar o Rei Lear de Sbakespeare.
Uyr, deus marinho, teve dois filhos, Bron e Manannân, ambos mais famosos que o pai.
LUG - Deus irlandês, também conhecido por Lugh, chamado Lâhm-fhâda, HMão Longa"; era deus benéfico. A irradiação do seu semblante era tal que nenhum mortal podia olhar para o seu rosto. Era o senhor absoluto das artes, tanto das d.e paz como das de guerra; davam-lhe o apelido Samhildânach, que poderíamos traduzir pelo grego “politécnico”; ganhou fama como ferreiro, carpinteiro, poeta, harpista, campeão, historiador e feiticeiro. Encarnava todas as actividades da tribo. Lug possufa uma lança mágica que sozinha e por si mesma ia ferir o inimigo quando o deus era ameaçado; seu arco era o Arco-1ris; na Irlanda chamavam .( e em alguns lugares ainda usam a designação) a Via-Láctea de "Cadeia de Lug".
LUXÓVIO -Deus tutelar das águas de Luxeuil; sua companheira era Bricta.
MANANNAN -Filho de Llyr; em gaulês seu nome era Manawydan ab Llyr, conhecido como bravo agricultor e hábil sapateiro; às vezes entra em luta com divindades estrangeiras ou com as divindades benéficas; construiu, com ossos humanos, a fortaleza de Annoeth (península de Gower).
O Manannân mac Llyr, irlandês, era um mágico temível; usava um capacete chamejante e sua couraça era invulnerável; sua espada matava logo ao primeiro golpe, e possuía uma manto que o tornava invisível; na terra, seu veloz ginete fendia os ares com a rapidez do raio, e no mar, a barca que o copduzia vogava sem velas e sem remos para onde ele quisesse. Os marinheiros o invocavam sob o título de "Senhor dos Cabos" e os mercadores pretendem que ele tenha fundado a sua corporação. Foi rei de Man, ilha, onde o seu túmulo gigantesco ainda hoje se pode ver, perto do castelo de Peel. Parece que tinha três pernas, fato testemunhado pelas armas da ilha que ostentam as três pernas dispostas como os raios de uma roda. Chamavam-no, também, Barr-Find, "Cabeça Branca"; tornou-se o piloto Barin que conduziu o Rei Artur para Avallon.
MANANNAN MAC LLYR -V. o verbete anterior.
MEDB -Medb, que se pronunciava, Meve, é a pérfida rainha que aparece no ciclo heróico de Ulster, Cuchulainn; Shakespeare transformou-a na Rainha Mab, que aparece em Romeu e Julieta (I, IV, 615):
Pelo que vejo, foste visitado
Pela Rainha Mab. Ela é parteira
Entre as fadas; e é tão pequenina
Como a ágata do anel que os conselheiros..."
O nome Mab, em welsh, significa "criança"; Beaufort menciona a “Rainha Mag” como a rainha das fadas Irlandesas. — V. Cuchulainn.
MENIR - Bloco de pedra mais alto que largo, assemelhando-se às vezes a um obelisco, não(} talhado, plantado no solo. Acredita-se que a erecção desses monumentos atendia a fins religiosos, ainda que não esteja afastada a hipótese de sua destinação ser funerária ou simplesmente comemorativa. Os menires abundam no solo francês, sobretudo na Bretanha; há também menires no oeste da Inglaterra, na Irlanda e ao longo do litoral oeste da Europa. Encontraram-se outros na Africa e na Asia. Os menires em círculo têm o nome de cromlechs. Deriva a palavra de men, "pedra" e hir "comprida", vocábulos celtas..
MORRIGU -Morrigu ou Morrigan (irlandês), "Rainha dos Fantasmas", era deusa da Guerra. Aparocia sob aspecto apavorante aos guerreiros e participava dos combates; não raro se manifestava aos guerreiros antes de' estes partirem para a luta, onde seriam vencidos ou vencedores. Outras divindades sanguinárias e cruéis do panteão celta, na realidade, par()'ce que são apenas encamações desta famosa Morrigu: Badb, que se manifestava sob a figura de uma gralha; Macha, palavra que significa "batalha" e Nemain, "pânico" ou, melhor, "terror'.
NANTOSUELTA -Gênio ou divindade feminina, ligada ao deus Sucelo. Seu nome deriva de nanto, "vale". NEMAUSUS -Deus tutelar da cidade de Nimes e génio da fonte que abastecia essa cidade.
NEMETONA -Deusa guerreira, espécie de Belona, da qual nada se sabe.
NIAMH -Niamh (pronuncia-se Nieve) era uma deusa-fada, filha de Manannân, que aparece no ciclo de Ossian; levou o herói para o paraíso.
NUADA -Rei dos Tuatha Dê Danann. No combate cortaram-lhe a mão e ele a substituiu por uma de prata, donde o nome: "com a mão de prata". Por causa dessa mutilação foi obrigado a abdicar em favor de Bres; mas este, mais tarde, também abdicou, e Nuada, novamente, subiu ao trono, pois sua mão lhe foi restituída graças às habilidades de Miach, célebre feiticeiro filho de Diancecht, o qual, por causa dessa operação, foi morto pelo pai, invejoso da sua perícia.
OENGUS - Filho de Dagda. ~ o deus Cupido (deus do Amor) irlandês, irmão de Brigit. Os beijos de Oengus transformavam-se em pássaros que modulavam cantos amorosos; qual outro Orfeu, quando tocava música, arrastava pós si todos aqueles que a ouviam.
OGMA - Guerreiro que matou Indech.
ÓGMIOS - O retor grego Luciano, no século 11 da nossa era, dedicou um pequeno tratado "ao deus celta chamado Ógmios". Diz ter visto a referida divindade representada sob os traços de um ancião cheio de rugas e quase calvo, vestido com pele de leão e munido duma formidável maça; por causa destes atributos, identificou-o com Hércules (Héracles em grego). Mas o poder desse Hércules celta não está no vigor físico, mas sim na eloquência; de fato, representam-no com cadeias que ligam sua língua às orelhas dos que o ouvem.
Parece que o deus Ógmios (não sabemos qual a forma exata celta deste nome) foi um herói civilizador, deus da eloqüência e dos discursos persuasivos; na mitologia irlandesa transformou-se no campeão Ogma (seria este seu nome primitivo, antes de ser grecizado?), cuja espada, no curso da batalha de Mag Tured narra as façanhas que levou a cabo; é o inventor dos caracteres ogâmicos (escrita dos antigos povos gaélicos e escandinavos, principalmente do alfabeto dos irlandeses; constava de linhas verticais ou oblíquas, acima ou abaixo da linha, ou simplesmente cortando-a) e presidia, já como deus, à eloqüência; acredita-se, pois, que Ógmios seja um avatar de um deus essencialmente celta. Já os antigos romanos notavam o gosto que tinham os celtas pelos belos e bons discursos.
OSSIAN - Filho de Finn, Ossian é a 'figura mais importante do chamado ciclo feniano ou de Ossian. Mas sua importância cresce de modo na série de baladas pós-fenianas, nas quais as façanhas de seu pai são relatadas em forma de diálogo entre Ossian e São Patrício, padroeiro cristão da Irlanda.
Quando foi da derrota de Gabhra, Ossian escapou graças à deusa-fada Niamh (q. v,), que o conduziu na sua barca de vidro para Tir na n-Og, o paraíso céltico. Ossian aí passou 300 anos de deliciosa juventude, enquanto o mundo e os reinos mudavam e se sucediam. No fim desse tempo, saudoso do seu país natal, dos parentes e das coisas humanas, quis retomar à face da terra. Niarnh lhe confia a montaria mágica que ela mesma usava, recomendando-Ihe insistentemente que não pusesse o pé em terra; mas a correia rompe-se, a sela desliza e Ossian cai por terra; quando se ergue, custosamente, é um ancião cego e fraco.
As pretendidas composições de Ossian gozaram de favor extraordinário no fim do século XVIII e nos começos do XIX. Ainda que fundadas em boas tradições gaélicas e imitadas de diversas narrações em prosa devidas a autores desconhecidos, as Poesias traduzidas de Ossian, filho de Fingal (aparecidas de 1760 a 1763), jamais foram traduções, mas sim obras originais do pseudotradutor, o escocês James Macpherson. Suscitaram o entusiasmo de almas sensíveis e a ac;imiração dos mais ilustres escritores românticos: Goethe, Herder, Mme de Stael, Chateaubríand, Byron, Lamartine. ..Napoleão lia e relia Ossian. Mesmo quando começou a se duvidar da origem das poesias de Ossian, não perderam de todo o valor. O introdutor do Romantismo no Brasil, José Bonifácio (e não Domingos de Magalhães), lia sempre com renovado prazer as poesias de Ossian.
Mas os nomes primitivos, nessas poesias, estão desfigurados, e tomaram consonâncias poéticas, a fim de corresponder aos "anseios da época romântica": Finn tornou-se Fingal, Conor transforma-se em Caibar, Deidré em Darthula, Conlaoch em Carthon, Cuchulainn em Clessamor, Aiffé em Moina...
PARTHOLON -Príncipe que veio da Grécia e colonizou a Irlanda.
PWYLL - nome gaulês. Esta divindade é aliada dos filhos de Llyr na sua luta contra os filhos de Don. Casou-se com Rhlannon (H Grande Rainha H) e teve um filho, Pryderi, que o sucedeu enquanto reinava em Annwfn (o Além bretão). Pwyll partilhou seu trono no Reino das Sombras com Manawydan ab Llyr.
SETANTA - Nome primitivo de Cuchulainn, (q. v.). SIDI -Sidi ou Aes Side, "Os habitantes da colina", era um antigo nome irlandês para designar os deuses. Sideoga, diminutivo de Sidi, é o nome moderno das fadas.
SIRONA - Deusa de natureza astral.
SMÉRTRIOS - Deus gaulês que foi assimilado pelos romanos a Hércules. Smértrios aparece no monumento dos nautas parisienses combatendo com a serpente; é tudo o que dele sabemos.
SUALTAM - Pai putativo de Cuchulainn. Era um famoso profeta
SUCELOS -"Aquele que bate fortemente", divindade que figura em vários monumentos, sob o aspecto de homem cabeludo e barbudo, vestido com amplo manto apertado na cintura e brandindo um malho oU martelo; seu outro atributo era um vaso para beber. Este mesmo deus, na Gália narbonense, se chamava Silvano, que é um deus típico dos romanos (de silva, "floresta") e que presidia à vegetação em geral e às florestas e bosques. Sucelos andava associado à deusa Nantosuelta, deusa puramente céltica.
A assimilação de Sucelos a Silvano é um dos casos mais típicos da fusão religiosa galo-romana..
Na região de Salzbach, Sucelos estava associado à deusa Aeracura (nome que parece não ser gaulês), representada com um corno da abundância (Cornucópia) e com um cesto cheio de frutos.
TÁRANIS - Táranis, em irlandês Torann, "Aquele que Troveja, era o deus do Trovão, do Raio e da Tempestade. Correspondia ao Júpiter latino. É só o que dele sabemos.
TEUTATES -Como seu nome indica, teuta, em gaulês touta e em irlandês tuath, "tribo" ou "povo", era, ao menos no início, "deus da tribo", divindade tribal de amplos poderes. Era o deus principal dos cel.tas. Outra hipótese pretende que Teutates não é nome próprio individual mas um título ou nome genérico, como, por exemplo, o de faraó, aplicado aos reis do Egito; efeti-: vamente, em inscrições lê-se: Marti Toutati, "ao Marte-Toutates (ou Teutates)"; seria, nesse caso, um deus gaulês paralelo ao Marte romano, isto é, deus da guerra ou divindade guerreira. Parece que cada tribo gaulesa tinha o seu próprio "Teutates", adorado de modo diverso e com denominação diferente: Albiorix, "Rei do Mundo" (?), Caturix. "Rei dos combates". Lucetius, Aquele que brilha" (essa palavra é genuinamente latina, de lux, lucis, Hluz"), Rigisamos, "Muito real"...
Todas essas designações são muito imprecisas, pois, na maioria dos casos, trata-se de nomes latinos.
TOUTIORIX (ou Tutiorix) -Nome de Apolo. Parece que a palavra significa "Rei Protetor"; .estava associado a Sirona, deusa de natureza astral. Não sabemos qual a forma primitiva do nome desse deus nem o seu caráter particular. É provável que seja o mesmo Borvo (Bormo ou Bormanus) ou Belenos: "Aquele que Brilha".
TRICÉFALO - "Três Cabeças", nome que os mitológicos dão à figura que aparece em 32 efígies recolhidas, principalmente, no nordeste da Gália.
Tricéfalo é uma personagem com três cabeças ou com três rostos. Numa .estela encontrada em La Malmaison, perto de Reims, o Tricéfalo domina o par divino formado por Mercúrio e Rosmerta.
Explicam alguns mitólogos, com fundadas razões, que essa personagem seja apenas uma representação do deus que os romanos identificaram ao seu Mercúrio e do qual nada sabemos; a multiplicação das cabeças seria o meio prático de aumentar o poder da representação divina: é o princípio da "repetição de intensidade". Com efeito, vários deuses diferentes são às vezes dotados de três cabeças pelos artistas gauleses; não raro triplicavam a própria pessoa divina, como é o caso das Matres, deusas mães célticas, comumente anónimas, comumente adoradas com Domes estritamente locais ou regionais; este carácter anónimo e este gosto pela "trindade" fazem parte, parece, de antigos conceitos da velha religião celta, da qual nada sabemos.
VOSEGO - Deus tutelar dos Vosges.
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Eu sou Dayrin uma bruxa independente sacerdotisa do "CLÃ ÁRVORE DAS SEMENTES VIVAS " nascida de uma dinastia familiar de antigas bruxas Gregas, trago comigo o Dom da minhas antepassadas e alguns de seus conhecimentos e formulas pessoais de feitiços e orientações espirituais não sou vidente e sim uma manipuladora de energia na ajuda de mudanças em seu destino, sou aquela que pode resolver aquilo que ninguém conseguiu, ensinarei você a reencontrar com sua real conexão interior através de muita experiência pessoal poderie te auxiliar em todas suas fazes atuais e assuntos diversos.
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ORAÇÃO DA BRUXA
A lei mais elevada é agora o ensinamento.Cuida bem dos seus actos, palavras e pensamentos.Muitos seres podem ouvir, e espíritos, sabera maldade que você tanto procura esconder.Então gire a roda do ano; deixe o tempo passar,viva cheio de amor e não deixe o medo imperar.Essa antiga sabedoria eu transmito e vou além:"Faça o que quiser, mas não prejudique ninguém."Tenha cautela igualmente com a segunda lei,pois tudo o que vai volta, isso é o bem sei.A roda continua girando, três vezes vai.

Para os celtas, o mundo estava em constante transformação, noção baseada na experiência de observação e de adoração da natureza; o importante é o presente, o momento, a harmonia e a saúde do corpo e do espírito.
Para falar sobre druidismo, a magia e a espiritualidade dos povos celtas, entrevistamos Ana Elisabeth Cavalcanti da Costa, autora de Sabedoria e Magia dos Celtas – Princípios do Druidismo, seu sétimo livro publicado pela Berkana Editora (dos demais: Runas, O Caminho da Vida; Bruxas de Verdade; Bruxas, Amor e Magia; Conselhos das Bruxas; Oráculo das Bruxas; Tarot Sem Mistério),
Ana Elizabeth se formou em História e Estudos Sociais e há anos vem pesquisando as religiões e a magia dentro dos ciclos da humanidade. Diz que foi atraída para a cultura celta pelo fato de que quando se fala em magia, principalmente no mundo ocidental, sempre existem referências a esses povos. Então, teve a idéia de escrever um livro com embasamento histórico e que contivesse as práticas e rituais de magia desse povo.
Fala-se muito a respeito da origem dos celtas, mas quase sempre com algumas contradições. Qual é, na verdade, a origem do povo celta! De onde eles vieram e onde se estabeleceram!.
Os celtas estiveram presentes em praticamente todo o continente europeu, que possui fragmentos de sua cultura. O seu habitat inicial era o sudoeste da Alemanha, Europa ocidental e central. Com o domínio da agricultura, tecnologia na cerâmica e no bronze, ao longo de séculos, eles invadiram França, Espanha, Tchecoslováquia, sula da Alemanha, Áustria e Grã-Bretanha. A sua história se estendeu por cerca de dois mil anos (de 1800 aC até o final do século 1 dC). A partir de 660 aC, invadiram a Península Ibérica e, até metade do século 2 aC, expandiram para Ucrânia, Grécia, Ásia Menor, Gália e grande parte da Itália. Quando se fala dos povos celtas, não se fala de um império celta, porque eles viviam em tribos independentes; o poder era dado ao rei, escolhido pelo grupo, e que cuidava do bem-estar da sua comunidade. Quando uma tribo atingia um número determinado de habitantes, ela se dividia. Uma parte para outro lugar a fim de organizar uma nova aldeia, seguindo o sinal que era fornecido pelas aves totêmicas, até chegarem às novas terras. Eles eram organizados política e socialmente em tribos independentes que, ao longo dos anos, foram se espalhando pela Europa. Não são considerados um povo com etnia homogênea, as possuíam a mesma língua e religião, que servia como um elo entre os membros das diversas tribos, dando-lhes a característica de “celta”.

No instante em que nos tornamos bruxas, nos tornamos muito mais sensível, pois começamos a prestar atenção nas coisas que até então passaram despercebidas.

De quimeras mil um castelo ergui
E no teu olhar, tonto de emoção,
Com sofreguidão mil venturas previ.
O teu corpo é luz, sedução,
Poema divino cheio de esplendor.
Teu sorriso prende, inebria e entontece.
És FASCINAÇÃO, amor

Purifica o teu coração antes de permitires que o amor entre nele, pois até o mel mais doce azeda num recipiente sujo.





Durante muito tempo estudando e vendo a lógica da minha fé e do meu povo pagã e tudo que vivi e vivo até hoje, pude notar que muitas religiões são contra o paganismo, mas se olharem bem ao fundo e ao seu passado milenar, verá que tudo que se tem hoje dentro de muitas doutrinas e tradições são nada mais ou menos do que plágio de tudo que nosso povo antigo criou.
Uma das mais populares manifestações religiosas do calendário festivo do Brasil, as Festas Juninas trazem no bojo de suas celebrações elementos oriundos de diversas culturas. Por trás do verniz cristão e sua associação com os santos católicos homenageados, o folclore e os temas de fundo das Festas Juninas remetem às tradições espirituais pré-cristãs da Europa e também da América do Sul. A contribuição mais visível vem dos antigos festivais sazonais da Europa pagã. Tendo em mente que a palavra pagão vem do vocábulo latino pagus, ou seja: o campo, a natureza, é fácil perceber porque a espiritualidade pagã pré-cristã possui uma forte ligação com o mundo natural e seus ciclos.
Originários do clima temperado da Europa, os ritos e costumes dos europeus pré-cristãos estavam associados às estações do ano.
O mês de junho no Hemisfério Norte assiste à chegada do verão no dia mais longo do ano; o Solstício de Verão.
É um período no qual as terras européias vicejam banhadas pelo sol. Plantas, animais e demais criaturas atravessam nesta época seu período de maior fertilidade e este era o tema central das festividades juninas.
Fragmentos das tradições de povos europeus como os celtas e os germânicos, preservadas no folclore e nos costumes das culturas modernas, oferecem uma boa imagem dos antigos festivais anteriores ao cristianismo.
Envolvendo toda a comunidade agrícola ao redor da necessidade de se compreender a dinâmica da Natureza da qual ainda fazemos parte, mesmo vivendo em metrópoles -, nossos ancestrais europeus desfrutavam do apogeu da vida no verão através de rituais que garantissem a fertilidade da terra e das criaturas para que a
produção de alimentos; grãos, frutos e gado fossem suficientes para sustentar a todos nos meses frios do inverno por chegar. Nessa temática, somos capazes de identificar diversos elementos pré-cristãos que
sobrevivem ainda hoje nas festas juninas.
Comecemos pela fogueira. Não existe festa junina de verdade sem uma boa fogueira. Mesmo hoje, em ambientes onde não seja possível acender uma, temos pelo menos uma representação; uma pilha de lenha
não acesa, ou mesmo fogo artificial; de celofane. O fogo é um elemento sagrado em praticamente todas as religiões; das mais antigas, como a espiritualidade persa, às mais novas, como o cristianismo. Para os celtas, o verão era os domínios do deus Bel/Belenos, e seu nome pode ser encontrado no nome do festival celta de verão; Beltaine, ou fogo de Bel. Os druidas celtas acendiam suas fogueiras para atrair os poderes protetivos e transformadores do sol do verão, governados por Bel. Mesmo tendo sido deslocada do mês original de maio
para junho, a fogueira das festas juninas é um eco distante dessas celebrações ancestrais.
Ao redor da fogueira, os participantes das festas juninas costumam dançar cirandas e danças de roda; herança direta das antigas danças circulares sagradas de diversos povos antigos. O círculo é a imagem perfeita da ciclicidade do tempo, sem começo nem fim, como a eterna sucessão das estações do ano. Ao dançar em círculo ao redor das fogueiras, os antigos europeus harmonizavam-se com os ritmos da Natureza em que viviam.
Como o tema central das festas juninas tem origem na Europa, é evidente que esteja alinhado ao clima de lá e não do Hemisfério Sul, onde as estações são invertidas (prova da longevidade dos costumes europeus é a ceia de natal, com alimentos típicos do inverno europeu; castanhas, frutas secas e carne suína). Quando da colonização européia da América do Sul por europeus, muitos desses temas e costumes migraram para cá no bojo das celebrações cristãs, adaptando-se e mesclando-se às tradições locais.
Outro costume bastante curioso das festas juninas é o pau-de-sebo, aquele mastro ainda muito popular nas quermesses do interior, na ponta do qual é posicionado um ícone de Santo Antônio e as prendas. No interior da Inglaterra e da Irlanda (terras originalmente celtas) e também da Alemanha (terras originalmente germânicas), temos celebrações semelhantes, conhecidas em inglês como Maypole (mastro de maio), ao redor do qual dançam jovens de ambos os sexos, rapazes num sentido e garotas no oposto. A conotação original sensualmente erótica dessa tradição atualmente recatada é evidente pela complementarão da dança entre os sexos, ao redor de um símbolo fálico (o mastro) que representa o princípio masculino fértil da Natureza. No pau-de-sebo esse mesmo tema é complementado pela sacralidade do rito de fertilidade atestada pela figura de Santo Antônio no topo do mastro.
Santo Antônio, aliás, é um tema que por si só merece uma análise especial neste contexto. Tido como o padroeiro dos casamentos e amores, Santo Antônio desempenha dentro do cristianismo o papel que
anteriormente cabia a deuses como Eros na Grécia, Angus entre os celtas e Vênus em Roma; todos os deuses do amor e da sensualidade, a quem os povos da Antigüidade recorriam com preces, orações e oferendas em tudo semelhantes às que os fiéis de hoje fazem ao santo católico.
Obviamente, o componente mais erótico dos mitos desses deuses antigos foi adequado à nova ética cristã, mais pudica. Para os povos antigos, o amor e a sensualidade não eram pecados, mas sim um dom divino que era celebrado ao redor das fogueiras. Afinal, é o amor que nutre a alma dos humanos, assim como a terra fértil nutre seus corpos.
Podemos avaliar assim profundamente aonde vem o início de seu início, onde tudo já existia e muitas outras religiões levam créditos, mas o que seria a base delas sem esse conhecimento antigo e as tradições pagãs?
Será que ainda não devemos ter valor na nossa sociedade e ser tão preconceituosamente vistos como ainda somos hoje?
Pois toda beleza e encanto de muitas festas foram conhecidas pelo nosso povo antigo.
Shanáaa _ Celta Dayrin
Oração da Deusa
É o teu nome que invoco!
Pelo poder dos 4 elementos, ÁGUA , AR , FOGO e terra,
Pela quinta essência e pelo Consorte,
Peço a graça de:
Ser teu reflexo entre os homens e mulheres da Terra.
Que eu veja o mundo com seus olhos,
Que eu tenha a iniciativa para guiar meu caminho pela estrada mais correta.
Conquistar sua proteção,
Fazer o que quiser sem prejudicar ninguém,
Ter clareza para discernir a luz das trevas,
Alcançar com êxito meus desígnios,
Preservar meus amigos
Respeitar todo o ser vivo na face da TERRA e fora dela
Levar o AMOR dentro e fora de mim
Ter o AMOR mágico em meu corpo, alma e espírito,
Ser a Virgem, a Amante, a Mãe e a Sábia, ter mil nomes,
Expandir idéias e sentimentos em todos os corações
Ter a ESTABILIDADE em todos os níveis
Lidar adequadamente com mudanças inesperadas,
Conquistar abundancia e PROSPERIDADE em todos os níveis,
Ter em mim o poder da transmutação
E também o encanto da sedução e da paixão
Que eu possa sempre atravessar as brumas,
As fronteiras do tempo e do espaço
Que se revele o que é permitido
Pela Deusa eu caminho até o fim de minha existência

Temos que parar com a mania de querer ser melhor que o outro.
Não queira causar inveja, se você expõem demais o que tem causa dor aos olhos daquele que cobiça. E quem cobiça carrega a inveja nos olhos, e a inveja destrói.
Pense nisso.
fonte: Deby N. M

Quando eu conheço pessoas em diferentes partes do mundo, eu sempre lembro que basicamente somos todos parecidos: todos somos seres humanos. Podemos vestir roupas diferentes, a nossa pele pode ter uma cor diferente, ou podemos falar línguas diferentes. Mas tudo isso está na superfície. Mas basicamente nós somos seres humanos.
Por natureza, os seres humanos buscam a felicidade e não querem sofrimento. Com esse sentimento, todos tentam alcançar felicidade e evitar qualquer sofrimento, e todos têm o direito fundamental de fazer isso. Nesse aspecto, nós somos todos iguais, quer sejamos ricos ou pobres, com muita ou pouca educação, ocidental ou oriental, crente ou descrente, e dentro dos crentes, quer sejamos budistas,Bruxos, cristãos, judeus, muçulmanos, etc. Basicamente, do ponto de vista do real valor humano, nós somos todos iguais.
(Dalai Lama)

NOVOS TEMPOS NA BRUXARIA
Hoje posso dizer que vivo em paz , vendo tanta gente aprendendo em sua caminhada a busca da luz do equilíbrio e harmonia , acabaram-se os tempos de repressão o mundo mistico está ganhado mais força , o espiritual se eleva a cada dia em diferentes nações em busca dos mesmo princípios a fé com a luz .
São tantos irmãos , xamãs , indus ,celtas, druidas, wiccas, reikianos ,umbandistas, kardecistas,espiritas de todas as nações,candomblecistas,católicos, ciganos, e etc....
São tantos que buscam a iluminação dentro de suas etnias que juntos respeitando a todos nos fortalecemos criando uma linda corrente de força e união com os divinos, não importa a fé pois ela é unica com apenas um principio , somos todos feitos de energia da mesma massa molecular,da mesma intensidade de partículas e átomos.
O que nos diferencia não são nossos corpos e nossa matéria e sim nossas mentes e nossas intenções cada um tem seus Deuses ou seu Deus, não importa a fé, o principal é sabermos que existe algo muito além de nós, forças desconhecidas ainda para muitos,e intima para outros e os que sentem essa força sabem de sua importância em sua vida, assim como eu sei qual é a minha importância junto a eles.
Não precisamos provar nada para aqueles que não acreditam e sim conviver com a certeza do que acreditamos e nos dedicamos , somos todos feitos da mesma energia só a maneira de conduzi-la é diferenciada , e se você consegue chegar até a sua conecção ao seu modo é o que importa, no mundo espiritual não existe frescura e sim sentimentos os mais puros e verdadeiros sempre serão correspondidos isso só depende de nós e nossos corações ...tudo é muito complexo, intenso e independente , cada ser é único por isso um método ou condução dessa intimidade com os divinos são diferenciadas,seu interior e sua essência é a chave desse encontro, hoje em dia não existe mais essa de rituais padrões e sim uma base de incio tradicional e ancestral de como chegar até eles e suas invocações, todos podem ter esse poder de conecção, basta deixar seu coração livre e sua mente aberta para que os receba em sua vida e façam dela sua morada , pois os deuses habitam em nosso interior mais precioso nossos corações.
Por isso galera vamos nos unir estamos em novos tempos , temos espaço para todos sempre tratando uns aos outros com respeito e admiração, vamos ser como desejou o todos poderoso Mestre, apenas irmãos contemplando essa grande alegria na caminhada da luz dessa grade familia espiritual.
Jamais devemos criticar a fé uns dos outros pois ela é tão pessoal que para cada um tem sua valia e não existe aquela que tem mais poder e sim a que todos somos iguais, abençoando essa grande corrente dos novos tempos uma nova consciência de amor , paz e luz é o que precisamos para ser feliz .
Preconceito é para quem vive preso e nós somos livres para adorar quem desejamos e escolhemos.
shaná irmãos salve os novos tempos que venha a PAZ .

Emoticon heartUAHUAH
GGDDDD

Acomode-se, sinta-se confortável,
e durante cinco minutos.
INSPIRE LUZ
EXPIRE AMOR
INSPIRE AMOR
EXPIRE LUZ.........

DESDOBRAMENTO ESPIRITUAL É o nome que se dá o fenômeno de exteriorização do corpo espiritual ou perispírito; O perispírito ainda ligado ao corpo, distancia-se do mesmo, fazendo agora parte do mundo espiritual, ainda que esteja ligado ao corpo por fios fatídicos; Fenômenos estes, naturais que repousam sobre as propriedades do perispírito;
Os laços que unem o perispírito ao corpo temporal, afrouxam-se por assim dizer, facultando ao espírito manter-se em relativa distancia, porém, não desligado de seu corpo;E esta ligação, permite ao espírito tomar conhecimento do que se passa com o seu corpo e retornar instantaneamente se algo acontecer; O corpo físico fica com suas funções reduzidas, pois dele foram distanciados os fluidos perispirituais, permanecendo somente o necessário para sua manutenção;
Este estado em que fica o corpo no momento do desdobramento, também depende do grau de desdobramento que aconteça. Os desdobramentos podem ser: Conscientes; Inconscientes;Voluntários;Provocados.
Caracteriza-se pela lembrança exata do ocorrido, quando ao retornar ao corpo os ser recorda-se dos fatos e atividades por ele desempenhadas no ato do desdobramento; O sujeito é capaz de ver o seu“Duplo”, bem próximo, ou seja, de ver a ele mesmo no momento exato em que se inicia o desdobramento;
Alguns flutuam e vê em o corpo carnal abaixo deitado, outros vê vem-se ao lado dos corpos, todavia esta recordação é bastante profunda e a consciência e altamente límpida neste instante; Existe uma ligação ainda profunda dos fluidos perispirituais entre o corpo e o perispírito, facilitando assim, as recordações pós-desdobramento.
Ao retornar o ser de nada recorda-se; Na maioria das vezes a atividade que desempenha o ser no momento desdobrado, fica como experiências para o próprio ser como espírito, sendo lembrado em alguns momentos para o despertar de algumas dificuldades e vêem como intuições, ideias; Os fluidos perispirituais são neste casobem mais tênues e a dificuldade derecordação imediata fica um pouco mais árdua, todavia as informações e as experiências ficam armazenadas na memória perispiritual, vindo a tona futuramente.
Se a própria pessoa promove este distanciamento; Nem todos os desdobramentos-voluntários há consciência, pois no momento em que o espírito, através de seu perispírito, aproxima-se novamente de seu corpo, pela densidade ainda dos órgãos cerebrais, é possível haver bloqueio dessas experiências;
O ser encarnado na terra, ainda se encontra distante de controlar todos os seus potenciais, e por isso também há este esquecimento; Algumas pessoas até provocarem desdobramento e no momento de consciência terem medo e retornarem ao corpo apressadamente, dificultando ainda mais a recordação;
Os desdobramentos podem tambémocorrer nos momentos de reflexões, ondenos encontramos analisandoprofundamente nossos atos e cujaatividade nos propicia encontrar comseres que nos querem orientar para obem, parte de nosso perispírito expande-se e vai captar as experiências eorientações devidas. Através de processos hipnóticos emagnéticos, agentes desencarnados ouaté mesmo encarnados podem propiciar odesdobramento do ser encarnado; Os bons Espíritos podem provocar odesdobramento ou auxiliá-los sempre comfinalidades superiores; Espíritos obsessores também podemprovocá-los para produzir efeitosmalefícios;
Afinizando-se com as deficiências morais dos desencarnados, propiciamos assim, uma maior facilidade para que os espíritos mal-feitores possam provocar o desligamento do corpo físico atraindo o ser encarnado para suas experiências fora do corpo; A lei que exerce esta dependência é a de afinidade. TRANSPORTE
TRANSPORTE é o fenômeno mediúnico que consiste emtrazer para o local onde está o médiumobjetos que se encontram em outro lugar; De modo geral, os objetos trazidos sãoflores, frutos, jóias, enfeites e outrosobjetos de pequeno porte;Médiuns de transporte podem servir deauxiliares aos Espíritos para o transportede objetos materiais.Trata-se de manifestação mediúnica deefeitos físicos, que, para suarealização, exige a presença de médiunsdotados de faculdades de expansão epenetrabilidade, de modo a permitir adoação de fluido animalizado; É necessária certa afinidade entre oespírito e o médium de quem vai seservir, possibilitando que a parteexpansível do fluido perispiríticoencarnado se una com odesencarnado, tornando-se uma forçaúnica.Assim por meio de certas propriedades queainda desconhecemos, é possível isolar oobjeto a ser transportado, tornando-oinvisível e o movendo para outro local.

Eu me levanto hoje
Pela força dos céus
Luz do sol
Brilho da Lua
Resplendor do Fogo
Presteza do vento
Profundidade do mar
Estabilidade da terra
Firmeza da rocha.

Sou uma filha da natureza:
E tudo isso já faz parte de um todo,
de um mistério.
Sou uma só... Sou um ser.
E deixo que você seja. Isso lhe assusta?
Creio que sim. Mas vale a pena.
Mesmo que doa. Dói só no começo.


O Juramento da Bruxa
O Juramento da Bruxa
Que eu seja como a que tece o pano
na floresta, profundamente escondida.
Que eu possa fazer o meu trabalho sem interrupção.
Que eu seja uma exilada, se este é o sacrifício.
Que eu conheça a procissão sazonada do meu espírito e do meu corpo, e possa celebrar os quartos em cruz, solstícios e equinócios.
Que cada Lua Cheia me encontre a olhar para cima, nas árvores desenhadas no céu luminoso.
Que eu possa acariciar flores selvagens, cobri-las com as mãos.
Que eu possa libertá-las, sem apanhar nenhuma, para viver em abundância.
Que meus amigos sejam da espécie que ama o silêncio.
Que sejamos inocentes e despretensiosos.
Que eu seja capaz de gratidão.
Que eu saiba ter recebido a alegria, como o leite materno.
Que eu saiba isso como o meu gato, no sangue e nos ossos.
Que eu fale a verdade sobre a alegria e a dor, em canções que soem como o aroma do alecrim, como todo o dia e na antiguidade, erva forte da cozinha.
Que eu não me incline à auto-integridade e a auto-piedade.
Que eu possa me aproximar dos altos trabalhos da terra e dos círculos de pedra, como raposa ou mariposa, e não perturbar o lugar mais que isso.
Que meu olhar seja direto e minha mão firme.
Que minha porta se abra àqueles que habitam fora da riqueza, da fama e do privilégio.
Que os que jamais andaram descalços não encontrem o caminho que chega a minha porta.
Que se percam na jornada labiríntica.
Que eles voltem.
Que eu me sente ao lado do fogo no inverno e veja as chamas brilhando para o que vier, e nunca tenha necessidade de advertir ou aconselhar, sem que me peçam.
Que eu possa ter um simples banco de madeira, com verdadeiro regozijo.
Que o lugar onde habito seja como uma floresta.
Que haja caminhos e veredas para as cavernas e poços e árvores e flores, animais e pássaros, todos conhecidos e por mim reverenciados com amor.
Que minha existência mude o mundo não mais nem menos do que o soprar do vento, ou o orgulhoso crescer das árvores.
Por isso, eu jogo fora a minha roupa.
Que eu possa conservar a fé, sempre!
Que jamais encontre desculpas para o oportunismo.
Que eu saiba que não tenho opção, e assim mesmo escolha como a cantiga é feita, em alegria e com amor.
Que eu faça a mesma escolha todos os dias e de novo.
Quando falhar, que eu me conceda o perdão.




"Venha ver; como o vento, cante
Eu deixo-te vir
Venha ver; como o vento.
Eu sou o que faço, contemple."

Tudo na criação é cíclico. Tudo tem um início, meio e fim para voltar a ter um início, meio e fim novamente. Não existe nada de completamente errado no mundo. Mesmo o relógio parado consegue estar certo duas vezes por dia."
~Brayennah
Nos campos, o orvalho cai, ao anoitecer!
A lua brilha, com as estrelas cintilando num imenso céu azul.
As damas da noite, os jasmins, se alegram com a noite de Deus e agradecem com suaves perfumes, iluminando os corações dos transeuntes, com os seus doces aromas.
A noite passa e todos dormem, sem notar a beleza suave que flui, como uma nuvem no céu...devagarinho... devagarinho...
Ao alvorecer, o céu ficando rosa, tranqüilo, bonito. Ainda a despertar, começa o hino da vida a tocar.
Algumas flores recolhem-se, enquanto outras despertam.
A brisa suave balança nos campos, as margaridas, os girassóis, enquanto o dia desponta.
Que beleza! Começou o hino da vida, ao amanhecer!
Enquanto no céu o sol surge, com seus primeiros raios iluminando as cidades, nos campos a vida desperta, com muita magia e amor.
Pássaros acordam cantando, borboletas esvoaçando, margaridas sussurrando ao som da brisa que passa.
Que lindo o amanhecer no campo!
As cigarras a cantar, os bichinhos a pular por entre flores rasteiras pra comida ir achar.
E assim, o dia está começando e ninguém nota a sua beleza, pois estão sempre fechados em suas próprias fortalezas.
Olhem para frente. Abram os olhos e vejam a festa da natureza que Deus para nós reservou. É um meio que Ele achou de afastar as tristezas de todos nós, simples mortais.
Trazendo sua amada esposa natureza para alegrar a vida de seus filhos e alimenta-los com sua tamanha beleza e amor ...salve nosso dias pois cada palavra dita nesse grupo já nos ensina ...o verdadeiro poder da magia ...todas as postagens aqui são estudos e absorva de cada poste o seu entendimento e sua sabedoria ...shaná
palavras que sempre podem te ajudar para uma vida melhor Emoticon wink

Por favor, não me analise
Não fique procurando
cada ponto fraco meu
Eu resisto a uma análise
profunda!
Guerreira, exigente, forte, amada por muitos
toda cheia de marcas que a vida deixou:
Mas calejada contra maldade
Veja em cada exigência
um grito de amor,
um pedido de paz!
Você jamais conseguirá me derrubar
Pode tentar, pode pagar, pode até dar sua alma
Mas minha essência é mais forte...sabe porque?
Sou filha dedicada da Deusa e nenhuma treva jamais me alcançará, pois como diz o velho ditado ela vem ao meu encontro e nenhum fio de cabelo meu será tocado.
Sou bruxa da luz e minha força e fé não cabe ódio e inveja
Não perca seu tempo comigo se vier com guerra, pois eu sei me defender Emoticon wink
auto.Dayrin

Os banhos de ervas são indicados para vários fins,abrir caminhos, descarrego, limpeza espiritual, atrair sorte, atrair amor,afastar mal olhado, entre outros. As Ervas tem um poder mágico vindo da natureza e auxilia em muitas curas e conquistas.
As ervas são vendidas em feiras e em casas de ervas o melhor banho de erva é aquele feito com a erva fresca pois essa ainda se mantém viva. Você pode comprar a erva fresca e depois separar em algumas partes e guardar o restante enrolado no jornal dentro da geladeira.
Antes de tomar o banho de ervas é fundamental lavar e macerar as ervas com as mãos. NÃO ferver. Usar água filtrada na temperatura ambiente.
Tome primeiro um banho comum e depois jogar o chá de ervas da cabeça aos pés, exceto as ervas que são usadas do pescoço para baixo e indicamos a seguir. Enquanto joga o chá de ervas no corpo, pense na limpeza e na energização áurica, mentalizando apenas bons pensamentos.
As ervas tem seus princípios ativos poderozissimos, nossa grande mãe com sua infinita sabedoria nos proporciona todo medicamento para todos os nossos males espirituais e físicos a maior parte de nossos medicamentos são extraídos da natureza, então porque não acreditar nesse milagre?
Tome banho de ervas elas recuperam e tiram todo peso de nosso stress, ajudam na saúde do corpo e da alma e nos tranquilizam, afastam as negatividades e ainda nos alimentam de energia positiva, faça o uso periódico dessas bençãos, e você sentirá a leveza e o equilíbrio que elas nos proporciona....eu indico ...shaná




Shaná irmãos eu sou Dayrin

